iFi




iFi é uma marca com produtos desenvolvidos a pensar numa nova geração de audiófilos, a dos que ouvem música reproduzida através do PC, dos auscultadores, e das ligações USB
Produtos de dimensões muito reduzidas, e com excelentes acabamentos e tecnologia inovadora, são alguns dos atributos mais relevantes da iFi, que desenvolve os seus produtos debaixo da chancela tecnológica da Abbingdon Music Research (AMR)





iFi iPhono






O DNA do iPhono deriva diretamente do AMR (Abbingdon Music Research PH-77)

Quando se olha para o iPhono pela primeira vez, não se acredita no que os olhos vêem. O seu tamanho compacto desmente seu verdadeiro desempenho de peso-pesado. As suas características incluem 6 curvas de equalização, estágio dedicado de ultra baixo ruído e carga ajustável para cabeças MC (Bobines móveis), carga e ganhos para cabeças MM (Magnetos móveis), igualmente ajustáveis e circuitos em classe A de grande gama dinâmica.



As 6 curvas de equalização disponíveis, significam que nunca mais reproduzirá um LP com a curva de equalização errada e subsequentemente com uma performance de reprodução abaixo do expectável. 
Apenas este detalhe faz com que o iPhono, seja um dos pré-amplificadores de gira-discos tonalmente mais correctos existentes.



Anteriormente tais especificações high-end apenas estavam disponíveis num número muito restrito de pré-amplificadores de gira-discos, que custavam pelo menos 10x mais que o pequeno iPhono. No entanto apesar do preço modesto, a sua riqueza de opções de optimização e qualidade de componentes apresenta-se como uma mais-valia para qualquer sistema de gira-discos, seja qual for o seu calibre.

Num sistema de reprodução de vinil e a partir do momento que a agulha entrar no sulco do disco, torna-se claramente perceptível que o iPhono é algo especial. Tal deve-se entre outras coisas ao facto de o iPhono não apenas funcionar com um circuito de classe A como também devido a ter por base o sistema tri-brid TubeState, numa combinação entre transistores Bi-polares, J-Fets e outros componentes discretos, que lhe conferem uma sonoridade muito natural e de puro de realismo.





Mas mesmo antes de baixar a agulha, abra totalmente o volume do seu amplificador e oiça... coisa nenhuma, isso mesmo que acaba de ler. A relação sinal ruído do iPhono é algo incomum, comparativamente com qualquer andar de gira-discos e muito menos com um andar phono deste valor. E agora com a sua nova alimentação de ultra baixo ruído, está ainda mais silencioso.


Com baixa distorção, maior dinâmica e excelente resposta transitória, a sua coleção de música será reproduzida de forma completamente nova. O Rock, Jazz e a música clássica — soarão suaves, mas simultaneamente vivos e realistas. Só aí é que finalmente perceberá o potencial da sua colecção de música.





O iPhono não é apenas uma combinação perfeita para qualquer LP. É também uma combinação perfeita para uma qualquer cabeça de gira-discos. Com até 66dB de ganhos e cargas individualmente ajustáveis para MM e MC, qualquer cabeça de qualquer preço pode ser acomodada de forma optimizada, tornando o iPhono num campeão de flexibilidade de optimização e numa das entradas de gira-discos mais versáteis actualmente existentes no mercado.

Definitivamente um tomba gigantes.



Saiba mais sobre reviews deste produto em: iFi-Audio






iFi iTube





O DNA da iFi significa que a marca é capaz de trazer produtos de performance high-end para um nível básico de preços. 
Se ontem falámos de um desses produtos, hoje e nos próximos dias traremos para este espaço outros produtos que possuem o mesmo código genético… muita performance por preços altamente competitivos.

O produto de hoje, mantêm-se no domínio analógico, mas não deixa de levar o digital em consideração, digamos que vai fazer a ponte entre a descrição dos produtos analógicos e os digitais, que abordaremos nos próximos dias.

Mas vamos então ao iFi iTube. 
Este surpreenderá tanto como o iPhono sobre qual ontem aqui escrevi. Virtualmente a iFi considera que cada sistema de áudio tem possibilidades de melhoria tanto no domínio digital como no analógico e o iTube aborda precisamente os dois campos.




O seu circuito em classe A, recorre a uma válvula duplo tríodo N.O.S. da General Electric, que recoloca o 'analógico' de volta à música. Para além do mais, o iTube através de um selector (que se encontra na parte inferior), pode funcionar como um pré-amplificador com um controlo de volume analógico, ou simplesmente como buffer, ou seja sem que o controlo de volume tenha qualquer influência e emprestando apenas o seu ligeiro perfume válvular e algumas características que abordaremos em baixo, ao som de um sistema já existente. 
Em qualquer dos casos o utilizador tem ainda a possibilidade de seleccionar um ganho adicional de 6dB (mais uma vez através do mesmo selector), para ambos os modos de utilização. 
Esta última opção pode ser extremamente útil em situações em que mais ganho seja necessário para atacar um amplificador de potência, ou simplesmente como forma de ajustar e melhorar a sinergia entre fonte e amplificação.




Como outras funcionalidades, quero destacar o cativante sistema 3D Holografic Sound®, que neste caso foi especialmente desenhado para as actuais colunas de chão, mas também para as pequenas colunas activas de secretária. Este sistema é baseado na limitação da localização da audição humana para baixas frequências em estéreo e funciona no iTube de duas formas completamente distintas:

Num selector na parte frontal da unidade, o utilizador pode selecionar situações típicas de utilização de colunas (ex. colunas de hi-fi em salas de audição normais), em que esta funcionalidade é benéfica para qualquer coluna de som (independentemente do preço) ao melhorar a focagem dos graves e a consequente clareza do palco sonoro. 
No modo directo, em que desactiva o circuito e ainda no modo de colunas de secretária, para situações em que as colunas são utilizadas muito perto uma da outra (ex. colunas de computador ou secretária nas laterais do monitor), neste ultimo caso e contrariamente ao primeiro modo, o efeito é precisamente o contrário, procurando expandir o palco sonoro, a fim de criar uma experiência 3D verdadeiramente imersiva.

Num outro selector frontal o iTube apresenta outro sistema patenteado, o Digital Antidote Plus®, o qual remove o “ringing” (efeito muito conhecido na reprodução de pianos, por algumas fontes digitais) e a agressividade da musica dessas mesmas fontes, sejam leitores de CD; DAC; DVD; BLU-RAY e fornecendo uma assinatura sónica mais “orgânica, analógica”, que é simplesmente mais agradável.




No entanto devo dizer que todas as características são implementadas no domínio analógico (sem uso de complexos sistemas DSP) e por isso o iTube representa pureza musical analógica para os ouvidos e uma melhoria quer quando integrado entre um simples Blu-ray/receiver de Cinema em Casa, quer num sistema estéreo mais evoluído.

Para mais informações sobre as tecnologias e os princípios que servem por base às implementações no iTube, apresento em baixo alguns links muito interessantes e que a marca disponibiliza no seu website:






iFi iCAN



Hoje é dia de auscultadores, essa moda que recentemente se implantou nos mercados mundiais e que mais não é que uma forma de obtermos os nossos próprios concertos...mas privados claro está, quer em movimento, quer no conforto do sofá lá de casa.

Como não podia deixar de ser, também aqui a iFi tem uma palavra a dizer. Sim porque nem todos os auscultadores ou in-ears (aqueles pequeninos ‘supositorios’) nasceram iguais, nem tão pouco os amplificadores que os alimentam, podem ser iguais. Desenganem-se aqueles que pensam que atacar um auscultador com um qualquer dispositivo móvel, é o mesmo que o fazer com um bom amplificador de auscultadores.

Digamos que o resultado pode ser o mesmo que tentar ‘atacar’ uma coluna topo de gama com um qualquer receiver de Cinema em Casa. Tocar, toca, mas não vai ser a mesma coisa, o ganho, a dinâmica, o impacto de graves, a transparência, entre outras coisas, simplesmente não estarão lá. Aliás alguns auscultadores mais exigentes, podem ver a sua resposta em frequência completamente alterada, por insuficiência de amplificação.




Mas desengane-se igualmente aquele que pensa que é necessário gastar este mundo e o outro para ter um bom amplificador de auscultadores. É aqui que mais uma vez a iFi tem uma palavra a dizer.

Neste momento diria que existem na iFi duas vias de resolver o problema de uma boa amplificação para auscultadores: quer pela via dos amplificadores dedicados para auscultadores e que apenas recebem sinais analógicos, quer pela vias dos seus DAC’s, que permitem receber sinais analógicos, mas também digitais.

Sobre estes últimos falaremos nos próximos dias. Como tal concentremo-nos hoje, no nano iCAN. Estamos em presença de um amplificador de auscultadores relativamente pequeno, sensivelmente do tamanho de maço de cigarros.





O nano como bom portátil que é, funciona com uma bateria de lítio, proporcionando mais de 70 horas de autonomia.

Pode receber sinal, quer pela sua entrada mini-jack 3,5mm, quer pelas entradas RCA, caso pretenda ligar a um qualquer amplificador de hi-fi ou aparelho sem saída para auscultadores.

Utilizando a bateria, o nano iCAN pode ser usado em movimento ligado a um qualquer iPod, iPhone ou tablet iOS ou Android, mas também pode ser ligado através da sua alimentação ultra silenciosa de 9V para uma audição “caseira” ligado a auscultadores de alta performance. Acha que tem pouco ganho para um auscultador mais difícil, dois selectores na parte de baixo incrementam adicionalmente o ganho em 6 ou 18dB’s.




O pequeno nano iCAN utiliza no seu interior a tecnologia direct drive, não possuindo qualquer condensador de acoplamento de saída, criando assim um caminho de sinal mais directo, retendo de forma mais fácil a essência da música, proporcionando maior transparência e graves mais profundos.



iFi nano iDSD






Agora que nos aproximamos do fim, espaço ao digital da iFi. 

Mantendo o seu DNA de marca de excelente relação preço qualidade, o seu conversor digital analógico de entrada de gama, não poderia representar melhor o que é possível fazer hoje em dia na área digital, sem ter de se gastar muito dinheiro.

Com tecnologia derivada da AMR, este pequeno conversor viu a sua performance reconhecida o ano passado através de um merecido prémio EISA para melhor acessório digital. Pois na realidade trata-se do conversor a bateria, mais pequeno existente no mercado e que reproduz literalmente todos os formatos de alta resolução atualmente existentes, como PCM 24bits-192kHz/DXD e DSD256.





Mas estamos também na presença de mais do que apenas um conversor, já que esta unidade permite igualmente a amplificação de auscultadores, através da ligação digital direta a um dispositivo móvel iOS (com o acessório câmara kit), ou Android (com cabo adaptador OTG), anulando assim os conversores digitais analógicos inferiores e limitados dos respetivos telemóveis ou tablets aos quais seja ligado. 
Sendo um aparelho que pode ser alimentado com a sua bateria durante 10 horas, pode também ser transportado para que tenha sempre a mais alta qualidade de reprodução em movimento.
É ainda uma forma inteligente e acessível de transformar a saída USB de um qualquer computador, numa saída Spdif (coaxial digital), para que por exemplo, o PC possa ser ligado digitalmente a um qualquer receiver de Cinema em Casa.




Tendo um controlo de volume analógico, o iFi nano iDSD pode também fazer a função de um pré-amplificador ao ser ligado directamente a um amplificador de potência, ou a umas colunas activas, sejam de estúdio ou de secretária.

O nano iDSD é pequeno em tamanho, mas grande em tecnologia e é sem dúvida alguma a melhor forma de aceder aos novos formatos de alta resolução, recorrendo ao computador pessoal ou ao dispositivo móvel, sem gastar quase nada.




Sem comentários:

Enviar um comentário